Serviço 01 / 07 · Segurança ofensiva

Pentest de aplicações web

A sua aplicação resiste a alguém que a estuda com tempo e método?

Simulação de cenários reais de intrusão contra aplicações e portais, para identificar pontos de exposição e avaliar a segurança, a integridade e a confiabilidade do que sustenta a sua operação.

01 · O que é

O que este teste avalia

Uma aplicação web é, na prática, a porta mais visível de uma empresa. Ela recebe tráfego de qualquer lugar, muda com frequência e concentra decisões de negócio que valem dinheiro: quem pode ver o quê, quem pode aprovar o quê, quanto pode ser transferido, o que pode ser exportado.

O pentest web avalia essa superfície sob a ótica de quem tenta explorá-la. Não se trata de passar um scanner e transcrever o resultado: trata-se de entender o que a aplicação faz, descobrir onde a lógica assume algo que não deveria assumir e demonstrar, com evidência, até onde é possível chegar a partir disso.

Quando faz sentido

  • 01

    Antes de colocar uma aplicação nova em produção ou expor um portal a clientes.

  • 02

    Depois de uma reformulação relevante de autenticação, permissões ou fluxo de pagamento.

  • 03

    Quando um cliente enterprise, uma auditoria ou um processo de conformidade pede comprovação.

  • 04

    Quando a aplicação cresceu por camadas e ninguém tem mais o mapa completo do que ela expõe.

02 · Riscos avaliados

O que costuma estar quebrado aqui

Nem todo achado aparece em todo ambiente. Estes são os padrões que a avaliação procura deliberadamente, porque são os que mais frequentemente sustentam um caminho completo até o impacto.

R01

Acesso a dados de outro cliente

Falhas de autorização em que trocar um identificador na requisição basta para ler ou alterar informação que pertence a outra pessoa ou a outra empresa.

R02

Contorno de autenticação

Fluxos de login, recuperação de senha, segundo fator e sessão que podem ser burlados por caminhos alternativos que não foram previstos no desenho.

R03

Abuso de regra de negócio

Operações válidas encadeadas de forma inesperada (repetir, reordenar, cancelar no meio) para obter vantagem que a aplicação nunca pretendeu conceder.

R04

Injeção e manipulação de consulta

Entrada tratada como instrução em vez de dado, permitindo leitura, alteração ou destruição de informação armazenada.

R05

Exposição por upload e arquivos

Arquivos enviados, gerados ou servidos pela aplicação que acabam virando caminho de execução ou de leitura indevida.

R06

Vazamento por resposta e erro

Mensagens, cabeçalhos e retornos que entregam ao atacante o mapa interno da aplicação antes mesmo do primeiro ataque real.

03 · Superfície

Como enxergamos esse domínio

Antes de testar, mapeamos. O diagrama abaixo mostra a estrutura que orienta o trabalho e onde os pontos de verificação são posicionados.

Camadas de uma aplicação web e o que é avaliado em cada uma L1 Navegador cliente, cookies e armazenamento local L2 CDN / Edge cache, headers e rotas expostas L3 WAF regras, bypass e falsa sensação de cobertura L4 Aplicação lógica de negócio, upload e fluxos de estado L5 Autenticação e sessão login, MFA, recuperação e escopo de permissão L6 Dados consultas, isolamento entre clientes e exportações SUPERFÍCIE IMPACTO
  1. L1 Navegador cliente, cookies e armazenamento local
  2. L2 CDN / Edge cache, headers e rotas expostas
  3. L3 WAF regras, bypass e falsa sensação de cobertura
  4. L4 Aplicação lógica de negócio, upload e fluxos de estado
  5. L5 Autenticação e sessão login, MFA, recuperação e escopo de permissão
  6. L6 Dados consultas, isolamento entre clientes e exportações
Cada camada esconde um tipo diferente de falha. Testamos a pilha inteira, porque um controle na borda não protege uma regra de negócio quebrada no fim dela.

04 · O que testamos

Frentes de trabalho

A profundidade de cada frente depende do escopo acordado e da modalidade escolhida. Nada aqui é executado sem autorização formal.

Ver a metodologia completa
  • Autenticação e sessão. Login, segundo fator, expiração, revogação, recuperação de conta e reuso de token.
  • Autorização. Cada função e cada objeto testados com cada nível de privilégio disponível no escopo.
  • Regras de negócio. Fluxos críticos executados fora da ordem esperada, com valores e estados de contorno.
  • Entrada e saída de dados. Tratamento de parâmetros, serialização, upload, exportação e integrações.
  • Configuração e exposição. Cabeçalhos, cache, endpoints esquecidos, ambientes de teste e arquivos acessíveis.
  • Cliente. Armazenamento local, dados sensíveis no navegador e execução indevida de script.

05 · O que você recebe

A entrega ao final do trabalho

O relatório precisa servir a quem decide prioridade e a quem vai corrigir. Por isso a entrega é construída em camadas, e o ciclo só fecha com o reteste.

Solicitar avaliação
  • 01

    Leitura executiva

    O cenário de exposição traduzido para linguagem de negócio.

  • 02

    Relatório técnico

    Cada achado descrito com o caminho percorrido e as condições para reproduzi-lo.

  • 03

    Evidências e provas de conceito

    Demonstração concreta da exploração, sem depender de interpretação.

  • 04

    Priorização por impacto

    As descobertas ordenadas pelo risco real para a sua operação.

  • 05

    Plano de correção

    Recomendações práticas de remediação, orientadas ao seu contexto técnico.

  • 06

    Reteste das correções

    Nova validação após a implementação, confirmando a eliminação do risco.

06 · Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Se a sua pergunta não estiver aqui, ela provavelmente é específica do seu ambiente. e é exatamente o tipo de coisa que a conversa inicial resolve.

As duas coisas são possíveis e a escolha faz parte do escopo. Homologação reduz risco operacional, mas só vale se for fiel à produção. Produção dá o resultado mais realista e exige combinação prévia de janela, limites e critérios de parada. Isso é definido com você antes do início.

Depende da modalidade escolhida. Sem credenciais (Black Box) o teste reproduz a visão de um atacante externo. Com credenciais e documentação (Gray ou White Box) o mesmo tempo cobre mais profundidade, especialmente em autorização e regra de negócio.

O escopo define explicitamente o que é permitido. Testes destrutivos, negação de serviço e ações de alto impacto ficam de fora salvo autorização específica, e existem critérios de parada acordados antes do início do trabalho.

Achados de alta severidade são comunicados durante o engajamento, sem esperar o relatório final, para que a correção possa começar imediatamente.

Próximo passo

Quer avaliar a sua superfície de web?

A conversa inicial serve para entender o ambiente, o risco prioritário e o formato de teste adequado. Sem compromisso e sem exigir material técnico preparado.

Escopo sob medidaTestes autorizadosConfidencialidadeFortaleza, CE